A TV influencia nas atitudes, gostos,
comportamento e na forma de agir dos jovens. Eles querem ser como seus ídolos, ter
o que eles têm (roupas, tênis, objetos pessoais, etc.), ele se espelham em seus
ídolos. A televisão incentiva o consumismo, enquanto que os jogos (alguns deles)
incentivam o desafio, desenvolvem o raciocínio e ajudam os jovens e as crianças
a ter concentração. Eles se tornam mais ativos, mais autônomos e mais
informados, pois não necessitam diretamente da ajuda de seus pais ou
professores para utilizar essas tecnologias, parece que eles já nasceram
programados para isso. Para tanto é
necessário desenvolver entre eles uma cultura apropriada ao uso das mídias como
fonte de aprendizagem, além de conscientizá-los que deverão se prevenir de
comportamentos errados e ruins na internet como: o cyberbullying, a dependência
de redes sociais e joguinhos. Percebo que as crianças e jovens estão mais
corajosos, não se intimidam diante das situações, tem maior acesso as
informações, questionam e debatem mais e querem respostas quase que imediatas
para suas inquietações e dúvidas. O impacto causado por essas mudanças tem dois
lados. O lado bom: tornou possível novas formas de aprendizagem, maior
dinamismo em sala de aula. O lado ruim: gera muitas vezes indisciplina em sala
de aula (uso de celular e tablet), desconcentra o aluno na hora de estudar.
“Hoje a humanidade dispõe das melhores ferramentas de todos
os tempos – graças à tecnologia, mídia digital, e mídia social – para agir de
modo inteligente. Mas essas ferramentas não nos tornarão mais inteligentes por
elas mesmas. Na verdade, de muitas formas, elas podem nos tornar estúpidos.” (James Paul Gee. The Anti-Educational Era,
creating smarter students through digital learning).
Até a próxima.
Abraços digitais.
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